Japão - Tóquio (dia 6)

Em nosso último dia no Japão, tínhamos o dia inteiro disponível pois nosso vôo só partiria a 1 h da manhã do dia seguinte. Então, fizemos o check-out do hotel e deixamos as malas por lá, para podermos nos deslocar pela cidade mais facilmente. Embora, o Japão seja referência em lockers para as malas. Há vários disponíveis nas estações do metrô com preço acessível.

Para os mais saudosistas, também há disponível nas estações de metrô telefones públicos em funcionamento. Uma das poucas, mas existentes conexões que eu tenho com o Japão, é a empresa que eu trabalho, a NTT (que é uma das maiores empresas do país).

Aproveitamos o dia para passear pela região mais populosa de Tóquio, conhecida como Shibuya. Essa região tem um famoso cruzamento onde muitíssimas pessoas atravessam a rua ao mesmo tempo. 

Tivemos a oportunidade de fazer a travessia e é incrível como não há um atropelamento de gente, com tantas pessoas se deslocando ao mesmo tempo e em um período curto (mas suficiente).

Diferentemente das outras regiões populares que conhecemos, essa se destacava pela quantidade de jovens vestindo looks modernos e cabelos com cores e cortes diferentes. Também havia muitos anúncios informativos modernos com volume alto e muitas propagandas de bandas jovens japonesas. 

Encerramos a tarde, voltando ao hotel para buscar nossas malas e nos dirigir ao aeroporto. Fomos de metrô mesmo e em menos de 1 h já estávamos lá. 

Algo que me chamou a atenção é que os preços do aeroporto, de alimentos e souvenirs, eram praticamente igual e em alguns casos até menor do que os preços da cidade. Em comparação, no aeroporto de Congonhas, uma garrafa de água de 500 ml estava custando quase R$ 11. 😿

Ao passar um tempo no aeroporto, organizando alguns papéis encontrei este aqui que foi entregue em uma das compras que fizemos utilizando o modo "tax free". Ao ler com calma, me dei conta que deveríamos passar por um tipo de fiscalização que não havíamos percebido antes.


O Xande foi confirmar no balcão de informações se era necessário parssar por essa fiscalização, e é claro, que a resposta foi afirmativa. Nesse momento, entramos em um mini estado de pânico, pois haviamos aberto as sacolas que teoricamente deveriam ter ficado lacradas e um dos produtos (um conjunto de meias) foi utilizado. 

Procuramos então, o local para passar pela fiscalizção (o que não foi muito simples) e após um tempo percebemos que era necessário chamar por telefone, o fiscal que iria validar as nossas compras. Imagine fazer uma ligação de telefone, para um fiscal Japônes... pode não parecer, mas foi bem emocionante. Falei em inglês que precisavamos validar se as nossas compras estavam Ok em inglês. 

O fiscal abriu a porta, onde o telefone estava fixado, nos saudou, pegou nossos passaportes, pediu para aguardamos, voltou por onde tinha vindo e fechou a porta. Após, uns 3 minutos, voltou com nossos passaporte e disse que estava tudo certo e podíamos seguir viagem normalmente. Nenhum carimbo ou documento nos foi entregue. Moral da história: acredito que quase ninguém procure e passe por essa fiscalização, já que no tempo em que ficamos ali ninguém mais apareceu e nenhum comprovante nos foi fornecido.

O restante do nosso embarque seguiu normalmente sem grandes emoções e sem atrasos.




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