Japão - Tóquio (dia 2)

Amanhecemos com um lindo dia de sol. Lembrei de uma grande amiga, que havia estado no Japão alguns meses antes, e não tinha conseguido ver o Monte Fuji porque estava um dia nublado. Então, para garantir que teriamos sucesso nessa empreitada, decidimos as pressas, que iríamos conhecer hoje o monte.

Tomamos o café da manhã, semelhante ao do dia anterior, com a exceção de que a maionese foi trocada por uma salada de massa e a sopa de milho por sopa de cebola (muito boa). Voltamos para o quarto e programamos como chegar de ônibus na cidade de Fujikawaguchiko, indicada como um dos melhores locais para avistar o Monte Fuji.

Pegamos o metrô, descemos na estação certa, mas tivemos dificuldade em encontrar o local onde compraríamos a passagem de ônibus. Quando, enfim encontramos, tivemos uma grande decepção: não haviam mais acentos disponíveis (talvez porque fosse um sábado). Não conseguimos entender direito porque a funcionária não falava inglês, mas ela nos entregou um papel com a informação de uma linha de trem que conduzia a cidade do monte.

Fomos então ao guiche do trem meio desanimados com a falha no nosso planejamento e confusos com as instruções que tínhamos, mas deu certo... conseguimos comprar as passagens e em alguns minutos o trem já partiria. O custo da viagem foi quase três vezes mais caro em relação ao que seria de ônibus, mas nessa altura estávamos aliviados e determinados em conhecer o monte.

Ao longo do trajeto do trem já era possível avistar a imponência do monte com o seu topo coberto de neve. Um sentimento de empolgação foi nos animando. Quando desembarcamos estava bastante frio (em torno de zero graus celsius), mas a trilha para o famoso templo vermelho ficava ao lado da estação. 

Para chegarmos no templo conhecido como Pagode Chureito, subimos mais de 300 degraus. E valeu muito a pena! A vista do Monte Fuji era ainda mais encantadora lá décima. 




Para ser sincera, com o frio que estava, 3 h de passeio já era o suficiente, porém compramos a passagem de volta para o equivalente a 4 h de passeio. Nessa última hora, o sol já tinha se escondido e o frio intensificou. Não víamos a hora de chegar no hotel quentinho. 🤭🫣

Quando enfim conseguimos pegar o metrô para voltar ao hotel (depois da viagem de trem), ao desembarcar na estação de Shinjuku, ficamos atordoados com a quantidade de pessoas vindo de todas as direções. Parecia um formigueiro... Quase fomos carregados pelo fluxo de gente. A sensação foi bem desconfortável para dois interioranos da cidade de Farroupilha. 

Por fim, encerramos o dia, fazendo o planejamento de como chegar na cidade de Nagano no dia seguinte. 🍀

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