Brasil - França - Japão

Começamos a nossa aventura rumo ao Japão, a partir de Farroupilha, no dia 11/01/25 (sábado). Contamos com o apoio do pai do Xande que nos levou até o aeroporto de Porto Alegre, para pegarmos o vôo rumo ao aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

Chegando lá, estava o meu pai David e a sua amiga Juceli que foram nos buscar para passarmos dois dias em Santo André. Ficamos com a família nesse período, onde pudemos colocar o papo em dia, comer comidinhas gostosas e nos preparamos para a aventura que estava por vir.

Embarcamos então para Paris, onde fariamos a conexão com Tóquio. O vôo de São Paulo saiu no horário previsto (14:30) e depois de 11h de viagem pela empresa KLM (Air France) aterrissamos em Paris. 

Um fato interessante é que pela primeira vez uma empresa aérea realmente serviu todas as refeições vegetarianas que havíamos reservado na compra da passagem. Todos os pratos foram saudáveis e relativamente gostosos. E éramos sempre os primeiros a serem servidos... O que causava uma certa curiosidade nos outros passageiros. Me senti VIP, mesmo sem ser. 😁
 
O lado ruim dessa primeira conexão foi que trocaram o horário do vôo para Tóquio. Então, tivemos que esperar 16 h em Paris. Como chegamos muito cedo, não havia a previsão do portão de embarque disponível. Por isso, ficamos restritos a uma pequena área do aeroporto, meio desagradável, por mais de 3h. Depois disso, conseguimos ir para a área onde seria o embarque para Tóquio. Na foto a seguir, um gatinho gigante que indicava a área de descanso para os viajantes (que era mais bonita do que confortável) e o por do sol visto da parte interna do aeroporto. 




O embarque para Tóquio seguiu sem atrasos e após 13 h de vôo, desembarcamos no Japão. Nessa conexão, felizmente consegui dormir depois do primeiro vôo e espera intermináveis. 

A primeira impressão ao sair do avião e utilizar o banheiro do aeroporto é que o Japão seria incrível mas desafiador... Vaso sanitário moderno, limpo e inteligente... Mas com a maioria das instruções de como utilizar escritas em Japonês. 🤭

Passar pelo controle de imigração foi tranquilo, com parte do processo feito de forma automática por nós mesmos (escanear o passaporte e tirar a foto). Um outra novidade foi de que ao invés de ganharmos um carimbo de entrada, foi gerado um adesivo com QRCode e data de permissão para ficarmos no país, que foi colado no passaporte. Bem legal... 

Após liberados do controle de imigração, seguimos pelo aeroporto rumo a encontrar um meio de transporte para o hotel. Fomos em direção ao que parecia ser o local para a compra do ticket do metrô. Porém, o primeiro contato com o mapa contendo as diversas linhas de metrô escritas em Katakana, Hiragana e ou Kanji foram muito complexos para entendermos. Mostramos, então, o endereço do hotel a um funcionário do metrô que nos orientou a pegar um ônibus. 

Conseguimos pagar a passagem do ônibus utilizando o nosso cartão Nomad (físico) e depois de 45 minutos de espera, pontualmente às 22 h partimos rumo ao hotel. O ônibus exibia internamente as paradas em japonês, inglês, coreano e chinês facilitando o nosso entendimento.

O ônibus nos deixou a 300 m do hotel e fizemos então o nosso check-in. Alguns fatos interessantes: os atendentes quase não falam inglês, o pagamento das diárias é feito em uma máquina (semelhante a uma ATM), tem máquina de café (liberado), são fornecidos pijamas, chinelos e várias amenities (muito interessantes que falarei outro dia).

Enfim chegamos no quarto, usamos o vaso sanitário inteligente, tomamos banho e capotamos em um sono pesado e necessário. Mas antes disso, tivemos o desafio de descobrir como ligar a televisão e o ar condicionado (ambos controles com comandos em japonês). 

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